Quem Somos

O grupo Abayomi realiza pesquisa em dança e música de matriz africana e afro-brasileira, em especial a cultura Mandeng, presente na Guiné, Senegal, Costa do Marfim e outros países do oeste africano. A partir de oficinas de estudo, constitui um grupo artístico focado no trânsito entre culturas, na reinterpretação de linguagens e na incorporação de novos conteúdos como ritmos afro-brasileiros, instrumentos musicais e dança contemporânea.

Abayomi no palco

A dança é vigorosa e intensa. A música é marcada pela presença do Djembê, tambor tradicional em forma de cálice.  O encontro dos corpos e tambores evoca a alegria de viver, a espontaneidade, a simplicidade, o estado de presença.

O grupo iniciou suas atividades em 2010, realizando intervenções em espaços urbanos públicos, como praças, universidades, ruas, centros comunitários. Essas intervenções servem como laboratório prático para experimentar formatos que depois são adaptados para apresentação em palco.

O Abayomi realiza apresentações em Florianópolis e cidades do estado. Em 2010 o grupo apresentou o espetáculo “Ressonâncias da África” no Teatro Municipal de Itajaí e participou a convite do SESC da Semana da Consciência Negra em Brusque.

Em 2011 apresentou o espetáculo “Ressonâncias da África” no Festival de artes integradas UFCTOCK e diversos eventos culturais da cidade.

Em 2012 apresentou o espetáculo “Ressonância da África [2]” no Teatro Municipal de Itajaí, no Teatro Álvares de Carvalho (Florianópolis) e na II Conferência Municipal de Cultura de Florianópolis.

Foi contemplado com o Fundo Municipal de Cultura de Florianópolis para a montagem e circulação do espetáculo “Corpo em Trânsito”, cuja proposta é voltada para intervenções em espaços urbanos não consagrados normalmente à arte, como ruas e praças de Florianópolis.

Em 2013 apresentou o espetáculo “Corpo em Trânsito” em palco na Maratona Cultural de Florianópolis, na Virada Cultural de São Paulo, na Semana de Dança da UFSC e na Semana de Arte Popular da UFSC.

Em 2014 foi contemplado pelo edital Demanda Espontânea através do projeto 7 Criativo do Ponto de Cultura Baleeira, sub-projeto África em Nó(s), apresentado em diversos espaços de Florianópolis e na Virada Cultural de São Paulo nesse ano.

Em 2015 foi contemplado com o Prêmio de Fomento e Incentivo à Cultura Elisabete Anderle com o projeto Ainiké, realizando pesquisa para criação de uma estética contemporânea para este trabalho, utilizando como base o gestual e o cotidiano do povo Malinkê da aldeia de Sangbarala, na Alta Guiné, localizado à beira do Rio Niger na África Ocidental.

 

Imagens: Nó Cultural

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